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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Histórias de Superação

Neste 21 de março, Dia Internacional da Síndrome de Down, conheça histórias de superação

Confira o vídeo com depoimentos e saiba mais sobre a anomalia genética

Neste 21 de março, Dia Internacional da Síndrome de Down, conheça histórias de superação Charles Guerra/Agencia RBS
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O preconceito se faz presente mesmo em atitudes que parecem sem importância, ou soam em tom de cordialidade, como a velha adjetivação "coitadinho". Se é que um dia essa época existiu, foi-se o tempo em que pessoas com Síndrome de Down eram coitadas. Nesta segunda-feira, quase 150 anos depois da descoberta da doença e na data em que se comemora o Dia Internacional da Síndrome de Down, elas querem independência e inclusão social. Querem e conseguem.

A inclusão para alguns especialistas tem melhorado com o passar dos anos. As pessoas com Síndrome de Down deixaram de ser vistas como doentes ou eternas crianças e passaram a ser membros atuantes da sociedade. Nesse 21 de março, por exemplo, instituições optaram por fazer trabalhos de conscientização, mas nada que supervalorize as pessoas com Síndrome de Down. Afinal, eles são diferentes sim, mas como qualquer ser humano.



A independência eles têm conquistado aos poucos, com ajuda profissional e em meio aos muitos sonhos que margeiam as mentes de cada um. Cintia Carvalho Bento está com 39 anos e já realizou dois de seus maiores sonhos.

Em 2006, ela se casou com Miguel Bento, 44 anos, em uma cerimônia cheia de pompa que reuniu 220 pessoas em Águas Mornas, na Serra catarinense. Mais tarde, em 2009, veio sua segunda realização, o nascimento do filho Augusto.

Cintia queria que ele tivesse a mãozinha do pai, pois as pessoas com Síndrome de Down normalmente têm os dedos mais curtos. Para surpresa da família, já na gestação, a mãe descobriu que o filho não tinha a Síndrome, uma raridade. Segundo o médico que fez o parto, Cintia é a 31ª mulher no mundo a ter a anomalia e dar à luz um filho saudável.

Confira o vídeo sobre a família de Cintia:



Com um ano e oito meses, Augusto é a alegria da casa. Adora correr, pular, espalhar brinquedos e panelas. Cintia cuida do filho com a ajuda da mãe, Jane Carvalho, mas garante que é ela quem dá comida, troca a roupa do filho e cuida dele durante as brincadeiras.

Hoje, a mãe e dona de casa aposentada é uma mulher realizada, mas nem por isso deixa de sonhar. Seu próximo desejo a ser realizado é o da casa própria.