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domingo, 9 de maio de 2010

Portadores de Síndrome de Down têm indicação para receber vacina

     A Paulinha se vacinou e no dia aberto somente para o grupo com  doenças crônicas, a dúvida foi justamente essa. O agente pensou e decidiu certo. Para esclarecimento geral, essa matéria esclaresse mais o assunto.

Notícia publicada na edição de 06/05/2010 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 2 do caderno B - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.

     Os portadores de Síndrome de Down estão incluídos no grupo que tem indicação para receber a vacina contra Influenza A/H1N1, conforme esclarecimento da Secretaria da Saúde de Sorocaba. Embora não citados especificamente na lista de doenças crônicas definida pelo Ministério da Saúde, os portadores de uma alteração genética que sabidamente fragiliza o sistema de defesa do organismo contra doenças são imunodeprimidos e têm direito garantido à vacina.
     A Vigilância Epidemiológica de Sorocaba informa que, como a Síndrome de Down não está especificada diretamente na lista das indicações para imunização, a vacinação desses pacientes gerou dúvidas no início da campanha. Procurada pela entidade Felicidade Down no início de abril, a equipe técnica da VE buscou a confirmação da indicação junto à Secretaria de Estado da Saúde, durante uma videoconferência realizada pelo Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE-SP).
     Após avaliação técnica da coordenação estadual da campanha, a confirmação de que os portadores de Síndrome de Down devem ser vacinados foi passada para o Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE-31) da Diretoria Regional de Saúde (DRS-16). Assim que o esclarecimento foi feito, a Vigilância Epidemiológica de Sorocaba emitiu um ofício para todos os trinta Centros de Saúde da cidade esclarecendo o assunto e orientando as equipes de atendimento.
     Os portadores da Síndrome de Down de todas as idades devem ser vacinados. Para isso, basta comparecer a uma das unidades básicas de saúde da cidade e apresentar documento e a carteira de vacinação. A única contraindicação da vacina é para pessoas alérgicas à proteína do ovo.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Fisioterapia & Terapia Ocupacional

     Algumas pessoas desconhecem a diferença entre a Fisioterapia e a Terapia Ocupacional, acreditando que um substitui a outro, ou mesmo que não existe diferença entre as profissões.
     A Fisioterapia e a Terapia ocupacional são profissões distintas, ambas da área da saúde, de formação de nível superior. Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais são profissionais que cuidam da saúde, de maneira diferente, e trabalham de forma complementar.
     Uma pessoa que pode ser atendida por uma fisioterapeuta e um terapeuta ocupacional para cuidar de um mesmo problema ou mesmo de problemas diferentes.
     O Terapeuta Ocupacional trabalha com atividades humanas, planeja e organiza o cotidiano (dia-a-dia), possibilitando melhor qualidade de vida. Seu interesse está relacionado ao desenvolvimento, educação, emoções, desejos, habilidades, organização do tempo, conhecimento do corpo em atividade, utilização dos recursos tecnológicos e equipamentos urbanos, ambiência, facilitação e economia de energia nas atividades cotidianas e laborais (trabalho), objetivando o maior grau de independência e de autonomia possível.
     O terapeuta ocupacional se ocupa da realização de atividades desde as mais simples, como escovar os dentes ou levar alimentos à boca, às mais complexas, como dirigir um automóvel ou dirigir uma empresa, promovendo, prevenindo, desenvolvendo, tratando, recuperando pessoas que apresentem quaisquer alterações na realização de atividades de autocuidado ou de interação social, melhorando o desempenho funcional e reduzindo desvantagens.
     O Fisioterapeuta trabalha com recursos físicos, voltados à promoção, prevenção tratamento e recuperação de pessoas que apresentem alterações do movimento e suas conseqüências. Seu interesse está relacionado ao bom funcionamento do corpo, desde as funções básicas de respiração até as funções mais complexas, que envolvem vários sistemas do corpo. Utiliza recursos manuais e tecnológicos objetivando o maior grau de independência possível na realização dos movimentos necessários à realização das atividades cotidianas, proporcionando melhor desempenho funcional e reduzindo danos.
     O fisioterapeuta se ocupa do corpo em movimento, desde os movimentos mais simples e reflexos, aos mais complexos e integrados, em sua ambiência doméstica e de trabalho, nos espaços urbanos e rurais, favorecendo a locomoção e interação necessárias à participação social, o autoconhecimento e a exploração de potencialidades cinéticas (motoras) em busca de melhor funcionalidade e qualidade de vida
Fonte: Crefito 2

Terapia Ocupacional e Equoterapia no Tratamento de Indivíduos Ansiosos

     A complexidade da vida moderna assegura que a maioria dos indivíduos ver-se-ão periodicamente confrontando com situação que desencadeiam o estado de ansiedade, que é uma apresentação vaga e inespecífica que ocorre como resposta ao perigo contra a segurança pessoal, integridade biológica ou auto-estima.
     A ansiedade resulta em preocupação somática e o comportamento resultante à ela abrange inquietude, sudorese, tremores, dispnéia, expressões faciais de medo, tensão muscular, (tiques ou cacoetes), fadiga, taquicardia, pressão sangüínea aumentada, a respiração fica mais rápida e profunda. Existem dois enfoques genéricos para reduzir o nível de ansiedade: um deles envolve o uso de agentes químicos que diminuem os sintomas propriamente dito, o outro são recursos e/ou técnicas destinadas a produzir um estado de relaxamento e bem estar, como por exemplo: IOGA, meditação transcendental, entre outras. A pesquisa discorre sobre a contribuição da Terapia Ocupacional conciliada a equoterapia no tratamento de indivíduos ansiosos; auxiliando no relaxamento; conscientização do corpo e aperfeiçoamento da coordenação motora global e do equilíbrio, estimulando a auto-estima, iniciativa e sublimando a ansiedade. No âmbito da reabilitação, constatou-se na relação entre "pessoa e animal", uma grande troca que gerou ganhos em nível psíquico e físico, a estimulação que a equoterapia, proporcionou foi aumentado através de atividade e recursos da Terapia Ocupacional, levando o indivíduo a buscar soluções criativas para o seu desenvolvimento emocional, motor e cognitivo, levando-se em conta que o cavalo entra como instrumento e/ou recurso facilitador, permitindo ao indivíduo ousar, ultrapassando suas limitações, porém respeitando limites e regras, empostas pela atividade. O papel da Terapia Ocupacional é avaliar as funções físicas, mentais e sociais do indivíduo, identificando as áreas de disfunção e envolvendo num programa de atividades selecionadas, analisada e estruturada de forma a superar sua incapacidade, atividades essas que dão oportunidade a evasão de sentimentos, a sociabilização e auto-valorização, também orientar aos familiares sobre o tratamento desenvolvido. O objetivo da pesquisa foi enfatizar a promoção de uma melhor qualidade de vida para o paciente, comprovou-se a pesquisa, mediante a observação do paciente com ansiedade generalizada, submetido ao tratamento terapêutico ocupacional convencional, utilizando a equoterapia enquanto recurso.
Escrito por:
Ana Carla de Lima e Glauce Sandim Matti -Terapeutas Ocupacionais da Universidade Católica Dom Bosco, Campo Grande.